Sistema custa cerca de 20% do valor gasto para a aquisição de uma impressora comum para esse tipo de finalidade.
Um garoto de apenas 12 anos está mostrando ao mundo que não existe idade certa para serem iniciados os estudos sobre tecnologia. Shubham Banerjee vive em Santa Clara (nos Estados Unidos) e acabou de criar uma impressora Braile com peças de LEGO Mindstorms, sendo que ela possui funcionalidades completamente aplicáveis à realidade.
Shubham Banerjee gastou US$ 350, menos de 20% do que seria gasto por uma impressora comum, que gira em torno dos US$ 2 mil. Além das peças de LEGO Mindstorms, também há algumas outras adicionais, como é o caso do rolo de papel de calculadoras. Com os braços robóticos, a impressora é capaz de mover os módulos responsáveis pela perfuração do papel, podendo criar cartas completas em menos de 10 segundos.
Banerjee acredita que seu projeto pode ajudar pessoas a criarem suas próprias impressoras Braile, principalmente em países que estão em desenvolvimento e que precisam de soluções mais baratas do que as disponíveis no mercado atualmente. Ele afirma também que, como as peças são muito simples, a manutenção dos equipamentos deve ser muito mais barata do que a de qualquer outra impressora.
Vale dizer que ele criou o projeto para apresentá-lo em uma feira de ciências de sua escola — ele cursa a sétima série do ensino fundamental —, mas percebeu que suas experiências poderiam ser compartilhadas e levadas adiante para ajudar as pessoas. Segundo o GigaOm, ele agora planeja disponibilizar o código de programação necessário para fazer com que qualquer pessoa consiga alterar o software para melhorá-lo de acordo com suas necessidades.
Yutu (Coelho de Jade) não pôde ser consertado após apresentar problemas. Equipamento chegou ao solo lunar em dezembro de 2013.
O veículo chinês de exploração lunar 'Coelho de Jade' parou de funcionar na superfície da Lua, informou nesta quarta-feira (12) a imprensa oficial chinesa, em um grande revés para o ambicioso programa espacial do país.
O primeiro veículo lunar do gigante asiático "não pôde ser consertado para concluir sua missão", indicou a agência estatal China News Service em uma nota curta, depois que a missão enfrentou problemas mecânicos no mês passado.
A notícia confirmou a informação divulgada anteriormente pela agência Xinhua (Nova China).
O "Coelho de Jade", ou Yutu em chinês, foi enviado para a superfície da Lua em 15 de dezembro e foi motivo de grande orgulho na China, o terceiro país a completar uma missão com veículo lunar, depois dos Estados Unidos e da antiga União Soviética.
O pouso foi um importante avanço para o ambicioso programa espacial administrado pelos militares chineses, que inclui planos para estabelecer uma estação orbital permanente em 2020 e, eventualmente, enviar um homem à Lua.
Segundo a agência de notícias Xinhua, o veículo prateado sofreu um "defeito no controle mecânico" no fim de janeiro, devido ao "complicado ambiente da superfície lunar" e não voltou mais a funcionar desde então.
Mensagens de condolência encheram o Weibo, microblog chinês semelhante ao Twitter, com os internautas lamentando a perda do veículo, destacou a China News Service em uma nota breve intitulada "Perda do veículo lunar".
O "Coelho de Jade" tinha enviado as primeiras fotos da Lua e as autoridades elogiaram o primeiro pouso suave no satélite natural da Terra em quase quarenta anos como um avanço para "a humanidade como um todo".
"A exploração do espaço é uma busca incansável da Humanidade", indicou a agência espacial chinesa - a Administração Estatal de Ciência, Tecnologia e Indústria para a Defesa Nacional (SASTIND) - depois do lançamento do veículo.
A missão reflete "a nova glória da China em escalar os picos nas áreas da ciência e tecnologia mundial", destacou, acrescentando que o país se comprometia a explorar e usar o espaço "para fins pacíficos".
A missão lunar, realizada uma década depois de o gigante asiático enviar ao espaço seu primeiro astronauta, foi vista como um símbolo do poderio e do avanço tecnológico do país, assim como do sucesso do Partido Comunista em reverter o destino de uma nação antes marcada pela pobreza.
O potencial de se extrair recursos naturais da Lua foi mencionado como a principal motivação do programa espacial chinês, já que acredita-se que a Lua contenha urânio, titânio e outros recursos minerais, além de oferecer a possibilidade de geração de energia solar.
via G1
Não importa quais ferramentas você possui, se você tem o dom, você consegue criar coisas incríveis maravilhosas. Veja esse exemplo de que uma boa ideia aliada a um pouco de conhecimento pode gerar bons frutos.
Wesley Pereira de Souza, de 24 anos, aluno do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) do Sest Senat de Palmas (TO), ficou conhecido nas redes sociais por criar protótipo de escavadeira. Tudo começou através de uma iniciativa do instrutor de máquinas pesadas Romário Pereira que propôs um desafio ao aluno.
"Eu vi alguns vídeos na internet para saber como que funcionava [a escavadeira]. Troquei os materiais utilizados nos tutoriais por outros, recicláveis. Meu pai me ajudou a dar acabamento nas peças de madeira, as seringas eu comprei e os tubos são de aquário. Esses eu achei jogados por aí. O mais difícil foi desenvolver os movimentos corretamente e consegui com o auxílio da apostila do curso", explica.
Ele fez um vídeo em que aparece manipulando a escavadeira e publicou o material, que teve repercussão nas redes sociais. Wesley conta que não esperava a repercussão do vídeo, que também foi publicado na quinta-feira (22) em uma página internacional do Facebook. A postagem já teve mais de 22 mil compartilhamentos.
"As pessoas me incentivaram e tem até um professor de Minas Gerais que entrou em contato comigo para que eu fosse fazer o curso de máquinas pesadas lá. Ele conversou comigo pelo Facebook e disse que iria patrocinar minhas passagens e minha hospedagem", comemorou o jovem.
Ele conta, ainda, que outro grupo de professores que mantêm uma página de robótica em rede social convidaram-no para produzir brinquedos feitos a partir do protótipo. "Eles me deram a ideia de fazer um brinquedo que funcionasse por controle remoto. Estou trabalhando para conseguir e acho que vai ficar bem legal".
O protótipo funciona com a água das seringas que, conforme injetada para dentro ou puxada para fora da tubulação, permite movimentar a escavadeira. É preciso quatro seringas para manipular as articulações do objeto, que opera como se fosse uma escavadeira de verdade.
Wesley Pereira de Souza, de 24 anos, aluno do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) do Sest Senat de Palmas (TO), ficou conhecido nas redes sociais por criar protótipo de escavadeira. Tudo começou através de uma iniciativa do instrutor de máquinas pesadas Romário Pereira que propôs um desafio ao aluno.
"Eu vi alguns vídeos na internet para saber como que funcionava [a escavadeira]. Troquei os materiais utilizados nos tutoriais por outros, recicláveis. Meu pai me ajudou a dar acabamento nas peças de madeira, as seringas eu comprei e os tubos são de aquário. Esses eu achei jogados por aí. O mais difícil foi desenvolver os movimentos corretamente e consegui com o auxílio da apostila do curso", explica.
Ele fez um vídeo em que aparece manipulando a escavadeira e publicou o material, que teve repercussão nas redes sociais. Wesley conta que não esperava a repercussão do vídeo, que também foi publicado na quinta-feira (22) em uma página internacional do Facebook. A postagem já teve mais de 22 mil compartilhamentos.
"As pessoas me incentivaram e tem até um professor de Minas Gerais que entrou em contato comigo para que eu fosse fazer o curso de máquinas pesadas lá. Ele conversou comigo pelo Facebook e disse que iria patrocinar minhas passagens e minha hospedagem", comemorou o jovem.
Ele conta, ainda, que outro grupo de professores que mantêm uma página de robótica em rede social convidaram-no para produzir brinquedos feitos a partir do protótipo. "Eles me deram a ideia de fazer um brinquedo que funcionasse por controle remoto. Estou trabalhando para conseguir e acho que vai ficar bem legal".
O protótipo funciona com a água das seringas que, conforme injetada para dentro ou puxada para fora da tubulação, permite movimentar a escavadeira. É preciso quatro seringas para manipular as articulações do objeto, que opera como se fosse uma escavadeira de verdade.
pesquisa: http://www.sestsenat.org.br
Grady, de oito anos, tinha uma grave doença chamada anemia aplástica e teve que ficar 60 dias internado num hospital.
O Fantástico contou a história emocionante do menino que descobriu um jeito de levar uma vida normal, apesar de ter uma doença muito grave. Mesmo trancado num quarto de hospital, ele continuou participando da rotina de toda a família.
Meninos têm muita energia. Gostam de pular, bater bola, correr, brincar e também brigar, especialmente, com os irmãos. Grady tinha oito anos quando descobriu que tudo isso iria ser tirado dele.
Grady estava pálido, com falta de ar e muito cansado. "Nós sabíamos que havia algo errado", lembra o pai, que completa: "Os exames mostravam uma contagem de células do sangue cada vez menor, uma contagem que chegou perto de zero”.
Um vírus se instalou na medula óssea de Grady. É nessa parte do corpo que as células do nosso sangue são produzidas. Por causa da infecção a produção de glóbulos brancos, vermelhos e de plaquetas caiu rapidamente provocando uma grave anemia, chamada de anemia aplástica. Uma doença rara, que no Brasil atinge 400 pessoas por ano. Grady corria risco de morte. A solução, um transplante de medula.
O pai foi o doador: “a possibilidade de eu ser compatível era de menos de 1%. Esta era a melhor chance de salvar a vida do nosso filho".
O transplante durou quatro horas e esta era só a primeira etapa de um longo processo.
“Foi difícil, porque eu sabia que teria que ficar internado por muito tempo”, conta Grady.
O menino ficou isolado num quarto de hospital por dois meses por causa da baixa imunidade e teve que enfrentar a quimioterapia, um tratamento agressivo que tem a queda de cabelo entre os efeitos colaterais.
“Foi muito difícil ter ele longe de casa. Os momentos que você sente falta quando você está há tanto tempo longe assim são os momentos mais simples, mais comuns”, diz a mãe de Grady, Amy.
Foi um amigo da família que convenceu uma empresa que fica no Vale do Silício, na Califórnia, a emprestar para Grady um robozinho muito especial que foi a janela dele para o mundo fora do hospital. Na área do rosto, fica uma câmera que seria o olho do robô. Em cima, na cabeça, ficam um microfone para ouvir o som do ambiente e um alto falante de onde sai a voz da pessoa que controla o robô. E na telinha aparece o rosto de quem está dando as ordens pra máquina.
O robozinho fez com que o menino pudesse conviver com a família sem precisar sair do hospital. O irmão, Baylor, se lembra do dia em que o robô chegou em casa.
O robozinho ocupou o lugar de Grady na mesa de jantar. Grady matou a saudade dos amigos. Na escola, eles rodearam a novidade.
“Foi muito divertido, havia dezenas de pessoas em volta de mim, eu me tornei famoso”, lembra ele.
O irmão mais velho Haydan era quem cuidava do robô. "As pessoas na escola enlouqueceram, queriam tocar o robô, mas eu tinha que assegurar que nada aconteceria com ele", diz.
“Eu finalmente não estava mais preso à minha cama, podia estar em casa, brincar de esconde-esconde com meus irmãos”, disse Grady.
O robozinho ajudou a diminuir a saudade que os irmãos sentiam. “Quando a gente ia pra cama dormir ele ia com a gente, nós podíamos conversar”, conta um deles.
O diretor da empresa que cedeu o robô para ajudar Grady, exibe orgulhoso o cartão que o menino fez para ele.
Tim conta que o robô foi criado para que as pessoas pudessem estar em lugares distantes e também caminhar por esses lugares. Tudo isso navegando pela internet.
A ideia já está ajudando outras crianças. Tecnologia que ajudou Grady a não perder o sorriso nos dias mais difíceis e a chegar ao último dia no hospital feliz.
O Fantástico mostra o primeiro momento dele fora do quarto depois de 60 dias.
“Apesar do transplante e dos dois meses no hospital nós pudemos continuar juntos. Você consegue enfrentar tudo na sua vida se mantiver a união, se continuar como um time e nós somos um time", disse.
Há duas semanas Grady pode finalmente voltar à escola. Ele está curado e aos poucos vai retomando a vida que tinha. Com uma diferença ele diz: agora está mais forte.
“Eu não tenho medo mais de nada, depois do que passei eu acho que posso vencer tudo, nada pode ser comparado ao que enfrentei", afirmou.
Hotel localizado no parque temático LEGOland, nos EUA, tem quartos com temas variados e mais de três milhões de peças espalhadas por todo lugar
O que você faz em um hotel de LEGO? Para começar, você escolhe o tema do quarto: o “Pirata” tem esqueletos, macacos e papagaios; o “Reino” vem com espadas, escudos e outros itens medievais; e o “Aventura” com mapas, baús de tesouro e hieróglifos. Tudo feito com os tijolinhos coloridos que marcaram a infância daqueles que cresceram nas décadas de 80 e 90.
divulgação
Foram mais de três milhões de peças usadas para a construção de algumas brincadeiras do hotel
Parece brincadeira, mas é o primeiro hotel LEGO da América. Ele fica em Carlsbad, na Califórnia, dentro do parque temático conhecido como LEGOland. Há outros dois no mundo, um em Windsor, na Inglaterra, e outro em Billund, Dinamarca.
Ao todo são 250 quartos, divididos nos três temas principais. Cada acomodação vem equipada com uma cama queen-size para adultos e uma área de dormir “semi-privada” para até três crianças com beliche, sofá-cama e TV. O resto do hotel inclui áreas de lazer interativas, uma piscina exterior e um par de restaurantes.
São mais de três mil esculturas, que utilizaram cerca de três milhões de peças para serem feitas. Só o preço não é tão divertido, a diária em um dos quartos custa a partir de US$ 339,00 (o equivalente a R$ 682,00).
Veja abaixo algumas imagens do hotel.
Um robô-soldado apelidado de Petman foi desenvolvido pela empresa norte-americana Boston Dynamics, dos Estados Unidos, juntamente com o Pentágono. Com características antropomórficas, este robô tem o objetivo de reproduzir as ações e os movimentos de soldados humanos.
A máquina irá simular situações que poderão ser enfrentadas por um humano em uma situação de guerra na vida real e também testará roupas de proteção química no campo de batalha.
O Petman anda, corre e se abaixa, sem perder o equilíbrio. Ele ainda simula a fisiologia humana, dentro de sua roupa protetora, onde controla temperatura, o suor e umidade, com o objetivo de reproduzir as situações reais do corpo de uma pessoa.
Em uma aparição inesperada da Game Developers Conference, em São Francisco, Victor Luo, engenheiro de interface humana da Nasa, controlou remotamente um robô que estava em Passadena, a uma distância de mais de 600 quilômetros. Athlete, uma máquina de uma tonelada e seis pernas, foi movida remotamente com auxílio da tecnologia Leap Motion.
Robô Athlete foi controlado remotamente (Foto: Divulgação/ Nasa)
O Leap Motion consiste em um quadrado, capaz de captar os movimentos do usuário, como no Kinect. No entanto, a precisão da tecnologia é 200 vezes maior que a do sensor desenvolvido pela Microsoft. Além do Leap Motion, tudo o que o engenheiro precisou foi de um notebook e de uma conferência online no Goolge+ Hangout.
Jeff Norris, gerente da agência espacial, também estava presente na demonstração e comparou o teste com uma ferramenta conhecida pelos fãs de Star Trek. "Quero construir um futuro compartilhado com tele-imersão de exploração - com todos explorando o universo através de avatares robóticos, e não apenas olhando para números ou imagens em uma tela, mas utilizando um holodeck e aparecendo em mundos distantes”, disse.
A aparição de representantes da Nasa na GDC foi inspiradora para o futuro da exploração no espaço. A ideia é adaptar a técnica para analisar asteroides, planetas e a Lua à distância. Atualmente, ela enfrenta uma crise de falta de financiamentos e a crescente expansão da aviação espacial privada, que ameaça os investimentos que recebia do governo.
A agência batalha para recuperar sua imagem o grande público e o desenvolvimento de robôs junto aos gamers é mais uma tentativa de mostrar a importância da exploração espacial. A Nasa vem ajudando no desenvolvimento de títulos como Mars Rover Landing (Xbox 360), Moonbase Alpha e outros jogos que permitem o controle de mecanismos.
Cientistas dividem opiniões ao falar da relação homem x máquina. Para alguns, será o fim da humanidade, como conhecemos hoje. E para você?
Enquanto muitos pesquisadores da área da ciência da computação discordam sobre o caminho que as máquinas percorrerão, alguns cientistas dizem que a nossa relação com elas provavelmente será harmoniosa, e não assassina - como na franquia cinematográfica "O Exterminador do Futuro".
Mas, como você acabou de ler, provavelmente teremos um relacionamento amigável com esses aparelhos robóticos, pois há uma série de cenários que vão contra essa sugestão e poderiam levar a uma situação na qual os seres não biológicos teriam um único objetivo: o de nos exterminar.
A Skynet pode sim virar realidade
Segundo o professor de ciência da computação da Universidade de Massachusetts, Shlomo Zilberstein, hoje já existe tecnologia suficiente para construir um sistema que, intencionalmente ou não, poderia destruir todo o planeta caso detectasse as condições adequadas. Logo, para que isso não aconteça, Zilberstein afirma ao site New Scientist que a abordagem principal é não desenvolver programas que possam ser perigosos a ponto de sair fora de controle.
Por mais fictício que pareça, acredite: algo como a Skynet - a rede de defesa computadorizada da franquia cinematográfica "O Exterminador do Futuro" que decide acabar com a humanidade - já pode ser construída. A questão é: por que um sistema dessa natureza ainda não existe? Fácil: porque nações com armas nucleares, como os Estados Unidos, por exemplo, não gostariam de atribuir nenhuma responsabilidade de controle aos computadores, ou seja, eles não querem correr o risco de acontecer uma falha no sistema.
Para quem não assistiu aos filmes, em "O Exterminador do Futuro" os militares criam o programa Skynet com o objetivo de reduzir o erro humano e a lentidão de resposta em caso de um ataque contra os EUA. Quando os controladores humanos percebem o perigo representado pela Skynet, tentam desligá-la imediatamente. O problema é que a rede interpreta o ato como uma ameaça à sua existência e, para combater seu "inimigo", o programa lança um ataque nuclear mundial - o dia do "juízo final", como os personagens chamam na trama. Após a morte de bilhões de pessoas, a Skynet passa a construir fábricas que criam exércitos de robôs superinteligentes para eliminar o que restou da humanidade.
Na vida real, já foi concedido, em menor escala, um elevado grau de autonomia a algumas máquinas. "E se ocorrer um erro computacional? Ninguém quer correr esse risco. Porém, o número de sistemas robóticos que podem realmente puxar o gatilho de forma autônoma já está crescendo", declarou Zilberstein. No entanto, o cientista acredita que alguns guardas poderiam impedir que um sistema autômato ameaçasse mais pessoas do que ele é projetado para fazer (no controle das fronteiras do país, por exemplo). Além disso, nada impede que sistemas possam ser programados com a capacidade de fazer grandes decisões estratégicas da mesma maneira que a Skynet, mas com certas limitações.
"Todos os sistemas que estamos propensos a construir no futuro terão habilidades específicas. Eles terão a capacidade de monitorar a região e talvez até atirar em algum obstáculo, mas de forma alguma vão substituir os humanos", disse Zilberstein.
Robôs superiores aos seres humanos
Se por um lado o pesquisador Shlomo Zilberstein é otimista, Michael Dyer, um cientista da computação da Universidade da Califórnia, já não vê a relação homem x máquina com bons olhos. Ele acredita que, algum dia, os seres humanos serão substituídos pelas máquinas, e o pior: que essa transição pode não ser nada pacífica.
O progresso contínuo na pesquisa de inteligência artificial vai tornar os robôs tão inteligentes quanto nós nos próximos cem anos. "Civilizações avançadas chegarão a um ponto de inteligência suficiente para compreender como o seu cérebro é feito, e então construir versões sintéticas de si mesmas", prevê Dyer. Isso seria causado pelo próprio ser humano através de tentativas biotecnológicas para conseguir a própria imortalidade - e essa oportunidade de "não morrer" pode ser demais para a humanidade suportar.
Dyer sugere, por exemplo, que uma nova corrida armamentista do sistema robótico poderia resultar em total descontrole. "No caso da guerra, por definição, o lado inimigo não tem controle dos robôs que estão tentando matá-los". Nesse caso, assim como a Skynet, as armas eletrônicas podem se voltar contra os fabricantes. Ou, em um outro exemplo, uma situação de super dependência dos robôs também pode sair do controle: caso uma fábrica controlada por robôs receba uma ordem (humana) para desligar suas operações, os robôs podem se recusar aos comandos e, assim, desencadear uma guerra.
É claro que todo este cenário hollywoodiano pode parecer uma verdadeira fantasia, ou até mesmo assustar você. Mas o fato é que a motivação do lucro às empresas certamente gerou mais automação robótica, e nem sempre é a racionalidade quem ganha essa batalha.
"Cenários apocalípticos são muito fáceis de se criar, e eu não descartaria esse tipo de possibilidade. Mas, pessoalmente, não estou preocupado", afirma Shlomo Zilberstein.
E você, está preocupado, ansioso ou amedrontado com o (possível) futuro que nos espera?
Pesquisadores criaram o primeiro androide russo do mundo. Expectativa é unir máquinas e seres humanos até 2045.
Em um futuro não tão distante assim, humanos e robôs se tornarão um único ser. Pelo menos é isso o que afirma o Russia-2045, um grupo liderado por Dimitry Itskov que criou o primeiro androide russo do mundo.
De acordo com o site PlasticPals, a equipe de pesquisadores pretende construir uma réplica funcional dos seres humanos até 2020. Em seguida, o objetivo é criar uma cópia digital da mente até 2045. O projeto pode parecer loucura, mas há quem aposte todas as fichas nessa ideia.
No vídeo abaixo, é possível ver um pouco do funcionamento do robô humano. Nota-se que sua mecânica ainda é muito simples, já que a máquina consegue apenas reconhecer rostos e fazer pequenos movimentos com a cabeça e os olhos. O mais impressionante é a semelhança da pele e dos cabelos, pois realmente se assemelham aos de uma pessoa de verdade.
O grupo ainda afirma que, dentro de um a dois anos, serão incorporados gestos de mão no protótipo, além da capacidade de andar e piscar os olhos.
Outro vídeo publicado pelo portal é sobre os próximos 30 anos da humanidade. Também desenvolvido pela Russia-2045, o clipe é apenas uma brincadeira de como poderemos viver nas três décadas que estão por vir. Segundo a animação, seremos bombardeados por um crescimento sem igual da nanotecnologia, da biotecnologia, da informação tecnológica e da genética robótica.
by OlharDigital
O engenheiro de software Zac Vawter, de 31 anos, escalou até o topo da
Willis Tower, com uma perna biônica comandada por seu cérebro, no último
domingo (4). O prédio localizado em Chicago nos Estados Unidos tem 103 andares
e é um dos maiores arranha-céus do mundo. Vawter terminou a escalada em
aproximadamente 45 minutos.
A escalada foi parte do desenvolvimento de uma das técnicas de interação
entre homem e máquina mais avançada do mundo para uso clínico. O projeto
consiste na criação de uma prótese de perna extremamente confortável e que
responde a estímulos vindos diretamente do cérebro do paciente. Em fase de
testes, a perna robótica vem trazendo esperança de vida normal a milhares de
portadores de deficiência espalhados por todo o mundo.
mercado (Foto: Reprodução/Huffington Post)
Vawter, logo após perder a perna direita ao sofrer um acidente de moto
em 2009, inscreveu-se no projeto se voluntariando a testar a pioneira prótese
que pode ser controlada por seus pensamentos. A perna robótica foi desenvolvida
para responder a impulsos elétricos de músculos de seu tendão.
O evento deste domingo, que foi nomeado de SkyRise Chicago, foi o
primeiro teste público da perna biônica e para se preparar, Vawter e os
cientistas passaram horas ajustando os movimentos da perna. Ele chutou uma
bola de futebol, andou pela sala e subiu escadas. Uma equipe de pesquisadores
acompanhou Zac durante toda a subida e monitorou o desempenho da perna
inteligente. Esse foi o primeiro teste em público do aparelho.
Como engenheiro, Vawter gosta de aprender como funciona a perna biônica
que, segundo ele, é mais ágil e confortável em comparação com a sua prótese
regular.
O projeto, que custa cerca de oito milhões dólares, é financiado pelo
Departamento de Defesa dos EUA e envolve a Universidade de Vanderbilt, o
Instituto de Tecnologia de Massachusetts, a Universidade de Rhode Island e a
Universidade de New Brunswick.
O menino Liam, de cinco anos, nasceu sem dedos em sua mão direita, mas agora pode experimentar a sensação do tato com um acessório criado em impressoras 3D. Dois desenvolvedores, um norte-americano e um sul-africano, se uniram para desenvolver uma mão robótica que auxiliaria o menino e iniciaram uma campanha de arrecadação de fundos para torná-la um produto acessível a outras pessoas.
Menino usa RoboHand para pegar objetos (Foto: Reprodução/YouTube)
Ivan Owen, de Washington, e Richard Van As, da África do Sul, foram os responsáveis pelo desenvolvimento do aparelho. Van As perdeu quatro dedos em um acidente de trabalho e procurou Owen após assistir a um vídeo em que o rapaz demonstrava uma invenção de mão robótica, em 2011.
Eles começaram a trabalhar à distância, pela Internet, e só em novembro de 2012 se encontraram para fazer o projeto sair do papel na África do Sul. A empresa Makerbot também entrou no projeto e doou duas impressoras Replicator 3D para a dupla, facilitando o desenvolvimento do acessório.
A mãe de Liam contactou a dupla quando viu informações sobre o projeto na Internet. Eles decidiram, então, que o menino seria o primeiro a testar o protótipo. No fim de janeiro, Liam recebeu a versão final de sua mão robótica e começou a conseguir pegar objetos pequenos, uma tarefa que era até então impossível para ele.
Mas os desenvolvedores do produto não pararam por aí. Eles continuam a trabalhar na mão robótica a agora querem começar a produzir mais unidades. A RoboHand está no site Fundly em busca de apoio financeiros dos internautas. O objetivo dos desenvolvedores é arrecadar US$ 50 mil (cerca de R$ 100 mil) para produzir novas unidades da mão robótica.
Até o momento, eles já tiveram mais de 150 doações e têm um saldo de pouco mais de US$ 7 mil (cerca de R$ 14 mil). Ainda faltam mais de 300 dias de campanha e as doações são de, no mínimo, US$ 10 (R$ 20 aproximadamente).
Confira um vídeo de Liam com a mão robótica abaixo:
Apelidada de Cyro, máquina pesa 77 kg e ainda está em fase de testes. Robô integra programa de US$ 5 milhões financiado pelo governo dos EUA.
O robô Cyro, construído para imitar uma água-viva (Foto: Divulgação/Amanda Loman/Virginia Tech)
Cientistas da Virginia Tech (nome pelo qual é conhecida a Universidade Estadual e Instituto Politécnico da Virginia, nos EUA) apresentaram nesta quinta-feira (28) um robô que imita uma água-viva, funciona de forma autônoma e pesa cerca de 77 kg.
O protótipo, apelidado de Cyro, foi construído como parte de um projeto de US$ 5 milhões financiado pelo governo dos Estados Unidos com o objetivo de monitoramento ambiental nos oceanos, estudo da vida marinha e das correntes marítimas, entre outras finalidades.
O robô Cyro é um modelo bem maior de uma pequena "água-viva robótica" apresentada em 2012 pela mesma equipe de pesquisadores. Conhecida como Robojelly, a máquina anterior possuía o tamanho de um punho, segundo os cientistas.
"Um equipamento maior vai durar por mais tempo e ter um alcance de operação maior", afirmou o pesquisador Alex Villanueva, um dos envolvidos no projeto. A meta do programa é criar máquinas autônomas, que não dependam de fontes de energia, para pesquisas oceânicas.
Cyro foi construído com base na água-viva da espécie Cyanea Capillata, segundo os cientistas. Seu nome é uma mistura do gênero Cyanea e da primeira sílaba da palavra "robô". Por ser um protótipo, o aparelho está em fase de testes e precisa ser aperfeiçoado. Ele não deve ser usado nos mares enquanto não tiver melhorias, de acordo com os autores do estudo.
"Nós esperamos aperfeiçoar este robô, reduzir seu consumo de energia e aumentar sua capacidade de movimentação na água, assim como melhorar a 'camuflagem' de água-viva", apontou Villanueva.
A "água-viva robótica" possui autonomia de meses, com sua bateria recarregável de níquel, dizem os cientistas. Além dos pesquisadores da Virginia Tech, diversas instituições tiveram participação no projeto, como a Universidade Stanford, a Universidade do Texas em Dallas e a Universidade da Califórnia em Los Angeles.
Cérebro foi escaneado e informações foram enviadas ao protótipo, que estava a quilômetros de distância.
Imagem do vídeo gravado pelos pesquisadores na França, onde o robô estava.
Os robôs agora estão mais perto de se tornarem os principais auxiliares das pessoas com paralisia ou síndrome do encarceramento. Cientistas conseguiram fazer com que um protótipo robótico se movesse somente por monitorar os a atividade do cérebro relativa aos movimentos, de acordo com a revista New Scientist.
O experimento envolveu um homem - cujo cérebro era escaneado - em Israel e um robô na França. Além de controlar o protótipo, o homem conseguia ver o que as câmeras mostravam. Os pesquisadores agora trabalham para que a ligação entre as duas partes seja mais sensível e que o robô reproduza também a voz de quem o controla.
O projeto conecta o robô à pessoa que tem seu cérebro escaneado por meio de ressonância magnética, ou seja, o fluxo de sangue no cérebro é monitorado, o que permite saber quando áreas associadas ao movimento estão sendo acionadas.
Os pesquisadores pediram para que Tirosh Shapira, que estava na Universidade de Bar-Ilan, em Israel, e serviu de cobaia, pensasse nos mais variados movimentos e desenvolveram um programa para identificá-los e transmitir-los ao robô. Segundo a revista, ele podia controlar o protótipo, que estava a quilômetros de distância, no Instituto de Tecnologia de Beziers, na França, quase em tempo real.
Shapira disse ter se sentido em comunhão com o robô. "É impressionante. Senti mesmo que estava lá, me movendo. Uma hora a conexão falhou, e um dos pesquisadores pegou o robô para verificar o que estava errado. E eu disse 'Ei, me ponha no chão!'", disse ele à New Scientist.
O próximo passo agora é desenvolver um novo método de monitoramento cerebral com uma tecnologia que possa ser aplicada em um objeto menor, como uma touca. Além disso, o robô usado no experimento tem o tamanho reduzido, e um protótipo de tamanho humano deve ser adaptado.
Produtor usou um Arduino Uno e um app sequenciador Midi para iPad para colocar a banda criada com bonecos para tocar.
Depois de 20 anos de carreira como designer de som e produtor musical, o italiano Giuseppe Acito cansou de trabalhar com bandas de verdade e decidiu mostrar toda sua habilidade na área criando uma banda própria. A ideia não chamaria tanto a atenção não fosse o fato de se tratar de uma banda de bonecos Lego, da série Bionicle.
Parar criar a Toa Mata Band, ele conectou os bonecos Lego a um aplicativo sequenciador Midi para iPad e a um Arduino Uno, que transformou as notas musicais em impulsos elétricos que permitiram aos bonecos tocar um drum pad, xilofone e até brincar em um Nintendo DS.
Tudo foi devidamente registrado na página oficial do projeto no Flickr e no blog de Acito. Ele promete na página que outros episódios com os bonecos Lego serão publicados no futuro.



