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Sistema custa cerca de 20% do valor gasto para a aquisição de uma impressora comum para esse tipo de finalidade.
Um garoto de apenas 12 anos está mostrando ao mundo que não existe idade certa para serem iniciados os estudos sobre tecnologia. Shubham Banerjee vive em Santa Clara (nos Estados Unidos) e acabou de criar uma impressora Braile com peças de LEGO Mindstorms, sendo que ela possui funcionalidades completamente aplicáveis à realidade.
Shubham Banerjee gastou US$ 350, menos de 20% do que seria gasto por uma impressora comum, que gira em torno dos US$ 2 mil. Além das peças de LEGO Mindstorms, também há algumas outras adicionais, como é o caso do rolo de papel de calculadoras. Com os braços robóticos, a impressora é capaz de mover os módulos responsáveis pela perfuração do papel, podendo criar cartas completas em menos de 10 segundos.
Banerjee acredita que seu projeto pode ajudar pessoas a criarem suas próprias impressoras Braile, principalmente em países que estão em desenvolvimento e que precisam de soluções mais baratas do que as disponíveis no mercado atualmente. Ele afirma também que, como as peças são muito simples, a manutenção dos equipamentos deve ser muito mais barata do que a de qualquer outra impressora.
Vale dizer que ele criou o projeto para apresentá-lo em uma feira de ciências de sua escola — ele cursa a sétima série do ensino fundamental —, mas percebeu que suas experiências poderiam ser compartilhadas e levadas adiante para ajudar as pessoas. Segundo o GigaOm, ele agora planeja disponibilizar o código de programação necessário para fazer com que qualquer pessoa consiga alterar o software para melhorá-lo de acordo com suas necessidades.
Hotel localizado no parque temático LEGOland, nos EUA, tem quartos com temas variados e mais de três milhões de peças espalhadas por todo lugar
O que você faz em um hotel de LEGO? Para começar, você escolhe o tema do quarto: o “Pirata” tem esqueletos, macacos e papagaios; o “Reino” vem com espadas, escudos e outros itens medievais; e o “Aventura” com mapas, baús de tesouro e hieróglifos. Tudo feito com os tijolinhos coloridos que marcaram a infância daqueles que cresceram nas décadas de 80 e 90.
divulgação
Foram mais de três milhões de peças usadas para a construção de algumas brincadeiras do hotel
Parece brincadeira, mas é o primeiro hotel LEGO da América. Ele fica em Carlsbad, na Califórnia, dentro do parque temático conhecido como LEGOland. Há outros dois no mundo, um em Windsor, na Inglaterra, e outro em Billund, Dinamarca.
Ao todo são 250 quartos, divididos nos três temas principais. Cada acomodação vem equipada com uma cama queen-size para adultos e uma área de dormir “semi-privada” para até três crianças com beliche, sofá-cama e TV. O resto do hotel inclui áreas de lazer interativas, uma piscina exterior e um par de restaurantes.
São mais de três mil esculturas, que utilizaram cerca de três milhões de peças para serem feitas. Só o preço não é tão divertido, a diária em um dos quartos custa a partir de US$ 339,00 (o equivalente a R$ 682,00).
Veja abaixo algumas imagens do hotel.
Produtor usou um Arduino Uno e um app sequenciador Midi para iPad para colocar a banda criada com bonecos para tocar.
Depois de 20 anos de carreira como designer de som e produtor musical, o italiano Giuseppe Acito cansou de trabalhar com bandas de verdade e decidiu mostrar toda sua habilidade na área criando uma banda própria. A ideia não chamaria tanto a atenção não fosse o fato de se tratar de uma banda de bonecos Lego, da série Bionicle.
Parar criar a Toa Mata Band, ele conectou os bonecos Lego a um aplicativo sequenciador Midi para iPad e a um Arduino Uno, que transformou as notas musicais em impulsos elétricos que permitiram aos bonecos tocar um drum pad, xilofone e até brincar em um Nintendo DS.
Tudo foi devidamente registrado na página oficial do projeto no Flickr e no blog de Acito. Ele promete na página que outros episódios com os bonecos Lego serão publicados no futuro.
