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Sistema custa cerca de 20% do valor gasto para a aquisição de uma impressora comum para esse tipo de finalidade.
Um garoto de apenas 12 anos está mostrando ao mundo que não existe idade certa para serem iniciados os estudos sobre tecnologia. Shubham Banerjee vive em Santa Clara (nos Estados Unidos) e acabou de criar uma impressora Braile com peças de LEGO Mindstorms, sendo que ela possui funcionalidades completamente aplicáveis à realidade.
Shubham Banerjee gastou US$ 350, menos de 20% do que seria gasto por uma impressora comum, que gira em torno dos US$ 2 mil. Além das peças de LEGO Mindstorms, também há algumas outras adicionais, como é o caso do rolo de papel de calculadoras. Com os braços robóticos, a impressora é capaz de mover os módulos responsáveis pela perfuração do papel, podendo criar cartas completas em menos de 10 segundos.
Banerjee acredita que seu projeto pode ajudar pessoas a criarem suas próprias impressoras Braile, principalmente em países que estão em desenvolvimento e que precisam de soluções mais baratas do que as disponíveis no mercado atualmente. Ele afirma também que, como as peças são muito simples, a manutenção dos equipamentos deve ser muito mais barata do que a de qualquer outra impressora.
Vale dizer que ele criou o projeto para apresentá-lo em uma feira de ciências de sua escola — ele cursa a sétima série do ensino fundamental —, mas percebeu que suas experiências poderiam ser compartilhadas e levadas adiante para ajudar as pessoas. Segundo o GigaOm, ele agora planeja disponibilizar o código de programação necessário para fazer com que qualquer pessoa consiga alterar o software para melhorá-lo de acordo com suas necessidades.
Não importa quais ferramentas você possui, se você tem o dom, você consegue criar coisas incríveis maravilhosas. Veja esse exemplo de que uma boa ideia aliada a um pouco de conhecimento pode gerar bons frutos.
Wesley Pereira de Souza, de 24 anos, aluno do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) do Sest Senat de Palmas (TO), ficou conhecido nas redes sociais por criar protótipo de escavadeira. Tudo começou através de uma iniciativa do instrutor de máquinas pesadas Romário Pereira que propôs um desafio ao aluno.
"Eu vi alguns vídeos na internet para saber como que funcionava [a escavadeira]. Troquei os materiais utilizados nos tutoriais por outros, recicláveis. Meu pai me ajudou a dar acabamento nas peças de madeira, as seringas eu comprei e os tubos são de aquário. Esses eu achei jogados por aí. O mais difícil foi desenvolver os movimentos corretamente e consegui com o auxílio da apostila do curso", explica.
Ele fez um vídeo em que aparece manipulando a escavadeira e publicou o material, que teve repercussão nas redes sociais. Wesley conta que não esperava a repercussão do vídeo, que também foi publicado na quinta-feira (22) em uma página internacional do Facebook. A postagem já teve mais de 22 mil compartilhamentos.
"As pessoas me incentivaram e tem até um professor de Minas Gerais que entrou em contato comigo para que eu fosse fazer o curso de máquinas pesadas lá. Ele conversou comigo pelo Facebook e disse que iria patrocinar minhas passagens e minha hospedagem", comemorou o jovem.
Ele conta, ainda, que outro grupo de professores que mantêm uma página de robótica em rede social convidaram-no para produzir brinquedos feitos a partir do protótipo. "Eles me deram a ideia de fazer um brinquedo que funcionasse por controle remoto. Estou trabalhando para conseguir e acho que vai ficar bem legal".
O protótipo funciona com a água das seringas que, conforme injetada para dentro ou puxada para fora da tubulação, permite movimentar a escavadeira. É preciso quatro seringas para manipular as articulações do objeto, que opera como se fosse uma escavadeira de verdade.
Wesley Pereira de Souza, de 24 anos, aluno do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) do Sest Senat de Palmas (TO), ficou conhecido nas redes sociais por criar protótipo de escavadeira. Tudo começou através de uma iniciativa do instrutor de máquinas pesadas Romário Pereira que propôs um desafio ao aluno.
"Eu vi alguns vídeos na internet para saber como que funcionava [a escavadeira]. Troquei os materiais utilizados nos tutoriais por outros, recicláveis. Meu pai me ajudou a dar acabamento nas peças de madeira, as seringas eu comprei e os tubos são de aquário. Esses eu achei jogados por aí. O mais difícil foi desenvolver os movimentos corretamente e consegui com o auxílio da apostila do curso", explica.
Ele fez um vídeo em que aparece manipulando a escavadeira e publicou o material, que teve repercussão nas redes sociais. Wesley conta que não esperava a repercussão do vídeo, que também foi publicado na quinta-feira (22) em uma página internacional do Facebook. A postagem já teve mais de 22 mil compartilhamentos.
"As pessoas me incentivaram e tem até um professor de Minas Gerais que entrou em contato comigo para que eu fosse fazer o curso de máquinas pesadas lá. Ele conversou comigo pelo Facebook e disse que iria patrocinar minhas passagens e minha hospedagem", comemorou o jovem.
Ele conta, ainda, que outro grupo de professores que mantêm uma página de robótica em rede social convidaram-no para produzir brinquedos feitos a partir do protótipo. "Eles me deram a ideia de fazer um brinquedo que funcionasse por controle remoto. Estou trabalhando para conseguir e acho que vai ficar bem legal".
O protótipo funciona com a água das seringas que, conforme injetada para dentro ou puxada para fora da tubulação, permite movimentar a escavadeira. É preciso quatro seringas para manipular as articulações do objeto, que opera como se fosse uma escavadeira de verdade.
pesquisa: http://www.sestsenat.org.br

